OSEMEADOR2004


"Ensinai-me a fazer a vossa vontade, pois sois o meu Deus. Que vosso Espírito de Bondade me conduza pelo caminho reto." (Salmo 142,10) !!!

A Parábola do Semeador



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ORAÇÃO DE FÉ

ORAÇÃO DE FÉ
ACORDAR COM FÉ

Irmãos e Irmãs vamos acordar missiónarios todos os dias de nossa vida.

ORAÇÃO DE FÉ:

Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.


INVOQUEMOS O ESPÍRITO SANTO PARA FAZERMOS A LEITURA DO EVANGELHO:

Oração do Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.

Oremos

Ó Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Evangelho do dia, 7 de Julho de 2009


Evangelho (Mateus 9,32-38)
14ª Semana Comum


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 32apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”.
35Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


SANTO ADRIANO

Hoje celebramos um santo que somente chegou à glória por causa da ajuda de Deus e de muitos, principalmente a esposa. Aconteceu que no início do século IV durante a perseguição do imperador de Diocleciano, Santo Adriano, estava como chefe dos guardas do imperador, assistindo a injusta condenação de 22 valentes cristãos, ele gritou:

"Acrescentai também o meu nome a estes heróis mártires, pois também eu me declaro cristão".

Lançado na cadeia com outros, Santo Adriano, recebeu total apoio de sua cristã esposa Natália, principalmente depois de ser batizado pelos irmãos. Ao saber do seu processo, Adriano foi liberado para avisar a esposa em casa, mas esta pensando que ele teria comprado a liberdade com a apostasia, somente abriu as portas depois de certificar-se da fidelidade do esposo ao Cristo.

Juntamente com outras Natália pôde acompanhar de perto seu marido, pois na cadeia usou da criatividade e coragem para isto; até que perto do grande testemunho de Santo Adriano, Natália com júbilo confidenciou seu desejo de que prosseguisse, mas sem esquecer-se dela. O amor dos dois era tanto para com Jesus, como casal, que Natália preferia a morte do que ser dada pelo imperador a algum general; e isto aconteceu, pois depois que Adriano foi queimado vivo juntamente com os outros 22 mártires, Natália fugindo de um casamento não aguentou o cansaço e fome da caminhada de forma a ter uma visão de Adriano que na glória vinha buscar-lhe.


Santo Adriano... rogai por nós!

SANTO ANTÔNIO, O MILAGRE DA EUCARISTIA E DA MULA


Os tempos de Santo Antonio eram difíceis mesmo. O povo tinha muita religiosidade, mas facilmente ia atrás de qualquer um que lhe falasse de Deus. Não atinava muito se era exato ou não o que lhe falavam. As heresias, os erros sobre religião, as superstições ser pejavam por entre esta gente simples. Por isso frei Antônio não media fadigas, não fazia caso do cansaço, contanto que pudesse, através de suas palavras e exemplo. orientar as mulheres, mães de família, os jovens, presa fácil das seduções mundanas, os homens, por vezes cultos nas ciências, mas ignorantes na religião. Um dia, frei Antonio encontrava-se em Rímini, cidade da Itália, quando um herege chamado Bonvillo quis desfiá-lo publicamente fazendo troças das palavras do frade sobre a SSma. Eucaristia, sobre apresenta de Jesus na hóstia sagrada.


-”Ó frade sabichão“, dizia ele em altos brados para que todos o ouvissem. “Chega de dizer bobagens de inventar mentiras, de enganar o povo. Eu nunca acreditarei que Deus possa estar num pedaço de pão. Isso é invenção sua!”


De nada valiam os argumentos teológicos que frei Antônio lhe apresentara, de nada valiam as explicações sobre a Bíblia Sagrada acerca da Santa Ceia, que o santo lhe apresentava. Cada vez mais mostrava-se empedernido em suas idéias. A certo ponto, mais por troca do que por convicção, resolveu lançar um desafio.


-Ó frade !, gritou a alto e bom som.Eu acreditarei na sua Eucaristia, mas exijo uma prova.


Frei Antonio sentiu que algo de bom finalmente poderia acontecer. “quem sabe”, pensava consigo, “aquele homem poderá abrir-se á voz do Senhor, ao brilho da verdade?…” O santo ficou todo ouvido.


-Ó frade Antonio!, gritou Bovillo. O que lhe proponho é o seguinte: vou deixar minha mula três dias sem comer, sem tomar o seu alimento preferido, o cheiroso feno do campo. E vós, ó frade Antônio, podereis trazer diante dela o que dizeis ser alimento dos cristãos, eucaristia, hóstia sagrada, na qual, vós dizeis, está presente o Senhor Jesus. Pois bem… “Se a mula se ajoelhar reverente diante do Senhor Jesus que afirmas estar presente na hóstia, aí sim, eu acreditarei.”


Um silêncio profundo se fez na imensa praça de Rímini… Um calafrio passou pelas veias de frei Antônio. O povo católico, silencioso. angustiado mesmo, esperava,trepidante, algum desfecho para aquele estranho e provocante desafio.



E Bonvillo continuou em alta voz:


-”E digo mais, ó frade Antônio, se a mula se ajoelhar diante daquilo que vós chamai Santíssimo Sacramento, eu também me ajoelharei”.


Um “oh” exclamativo e cheio de temor ecoou espontaneamente no ar, fazendo um só coro, submisso mas suficientemente forte para ser ouvido por todos. A expectativa era grande. O silêncio era angustiante. De repente…


- Aceito, ó Bonvillo !Aceito o seu desafio se é para o bem de sua alma, se é para o bem do povo de Deus aqui reunido, se é para a glória e honra de Deus.


Era a voz firme e segura de frei Antônio.


O povo respiro aliviado. No silêncio seguinte ouviu-se a voz escancarada de Bonvillo.


-Daqui a três dias, hein, daqui a três dias!



E uma sonora gargalhada espalhou-se pelos ares.


Na hora e no dia marcado, a praça já estava toda tomada de uma imensa multidão. quem viera por devoção, quem viera por simples curiosidade, lá estavam todos na espectativa do que podia acontecer. Um hino eucarístico começou-se a ouvir na catedral em frente á praça. Em seguida, frei Antônio liturgicamente vestido traz consigo um lindo ostensório em cujo centro brilha a hóstia sagrada, Joelhos reverentes se dobram ao passar da procissão. Sobre um altar preparado no centro da praça, frei Antônio coloca o Santíssimo Sacramento e, de joelhos, o adora reverente…


Não demorou muito e lá veio berrando e gritando e empurrando sua pobre mula o fanático Bovillo. Trazia nas costas um saco cheio de feno cheiroso. Chegando perto do altar espalhou ao lado o feno cheiroso. Frei Antônio, recolhido, permanecia em oração. Quando Bonvillo soltou a mula, já todo sorridente prevendo o desfecho da caminhada do animal faminto, seus olhos não acreditavam vendo a mula não se movia do lado de frei Antônio. Em vão começou o herege a empurrá-la para o lado da erva fresca e cheirosa.Brandia nos ares o chicote, mas tudo era inútil.Frei Antônio levanta-se, vai e começa a abençoar a multidão que piedosa, se ajoelha. Naquele mesmo instante, como se estivesse acompanhando o povo cheia de fé, também a mula dobra reverentes as duas patas dianteiras enquanto as campainhas soavam sinais da bênção eucarística. Único em pé, lá estava Bovillo. Mas a graça lhe tocou o coração. Cheio de lágrimas, mas também ele dobrou seus joelhos e exclamou comovido cantando com a multidão:


Bendito louvado seja o Santíssimi Sacramento!



E fez-se cristão. Cristão católico.

REFERENCIA: O REPÓRTER DE CRISTO

MENSAGEM DO DIA 07 DE JULHO DE 2009


É tanta ânsia, amor!
Eu fico esperando a tua volta
Se demoras
Chego a pensar que tu não vens.

A saudade
Do vivido e apaixonado ontem
Pesa por demais
Machuca o coração!
Às vezes, quando a tarde chega
O ar seu vai de meu peito
Eu busco a brisa no jardim
Ela se esconde
Eu chamo o vento, que não responde!

Na verdade
È a ti que eu procuro
É de ti que eu necessito.

Não sei como fazer
Pra guardar a brisa
Reservar o ar da manhã
Ficar em sintonia permanente
Com você.

Nada pode ficar bem
Quando nos falta um bem!
O amor é como mar imenso
Revolto, azul...
É preciso atravessar a areia
Ultrapassar as ondas
Romper a espuma
Para atingir o núcleo central
O profundo e tranqüilo das águas
Do mistério.

Eu vou lutando, amor!
O sonho de um mundo livre
Não me deixa sossegar
A causa do oprimido
É desafiante e atraente para mim.

A paz é uma bandeira
Que levo pelas noites...
O impossível me fascina! VOCÊ!


Zé Vicente

Referência: Tempos urgentes

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Evangelho do dia, 6 de Julho de 2009


Evangelho (Mateus 9,18-26)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

18Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele e disse: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”.
19Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. 20Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia há doze anos veio por trás dele e tocou a barra do seu manto. 21Ela pensava consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. 22Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: “Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele instante.
23Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24e disse: “Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. 25Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

MENSAGEM DO DIA 06 DE JULHO DE 2009





Uma gaivota chegando!
Olhem todos para o mar!
Olhem todos pro mar
Olhem todos pro mar
Olhem todos pro mar...
Uma gaivota a voar, a voar

Uma gaivota, voando suavemente por cima do mar.
É a paz chegando assim tão de repente querendo pousar.
Voa, gaivota, voa do teu alto mar.
Pousa na minha praia, me ensina a voar.

Assim como uma gaivota, eu posso também voar.
Os sonhos são minhas asas a vida meu alto mar.

Da praia da minha vida, agora quero voar, fazer de cada partida promessa de libertar.
Voa, gaivota voa me ensina a voar!


José Acácio Santana

Referência: Gaivota o vôo da vida

Um pensamento:
"Não vês Deus, e no entanto O reconheces por meio de Suas obras."
Marco Túlio Cícero

Uma frase:
"O melhor livro de moral é a nossa consciência. Temos que consultá-lo muito frequentemente."
Blaise Pascal

Uma frase de amor:
"Desistir de encontrar o verdadeiro amor é desistir de ser feliz. A felicidade completa sua missão quando você ama e é correspondido."
Inácio Dantas


FRASE DO DIA
"O verdadeiro significado das coisas se encontra na capacidade de dizer as mesmas coisas com outras palavras."
Charlie Chaplin
Categoria: Citações



Santa Maria Goretti
6 de Julho




A Igreja, neste dia, celebra a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de "sim" a Deus e "não" ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus.

Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: "Não, não, Deus não quer; é pecado!"

Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: "Sim, o perdoo... Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa... quero que ele esteja junto comigo na glória eterna".

O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também.

Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo.


Santa Maria Goretti, rogai por nós!

domingo, 5 de julho de 2009

EVANGELHO DO DIA, 5 de Julho de 2009

Evangelho (Marcos 6,1-6)
14º Domingo do Tempo Comum




— O Senhor esteja convosco!

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. 2Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga.
Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres realizados por suas mãos? 3Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?”
E ficaram escandalizados por causa dele.
4Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”.
5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles.
Jesus percorria os povoados da redondeza, ensinando.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Evangelho do dia, 02 de Julho de 2009

Evangelho (Mateus 9,1-8)

13ª Semana Comum




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-
-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!”
3Então alguns mestres da Lei pensaram: “Esse homem está blasfemando!” 4Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: “Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5O que é mais fácil, dizer: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te e anda’?
6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — “Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. 7O paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

A Criança e a Timidez




A timidez também se aprende, ela não nasce como parte integrante do ser. A criança tímida aprendeu a ser assim. Trata-se de mais um comportamento pré-fabricado, dentre tantos que existem para rotular os indivíduos, lhes dar identidade. A timidez também se torna um identificador de indivíduos, é a mesma coisa que outros rótulos, tais como, medroso, ou corajoso, culto, popular, extrovertido, etc.

Um indivíduo corajoso, apenas repete os gestos superficiais, alegóricos, que caracterizam aquilo que chamamos de coragem. Assim coragem, ou demonstração de bravura, são simples roteiros que se seguidos à risca, tornam qualquer um medroso, ou corajoso, ou bondoso, não significando, entretanto, que internamente, dentro de si, aquele indivíduo seja qualquer uma dessas coisas.

Se, para se fazer um bolo basta seguir um receituário, para ser medroso ou corajoso, vale a mesma regra. É como um ator a representar seu papel teatral daquele dia. Representando, fingindo, ele é capaz de se tornar corajoso, ou extrovertido, ou covarde. Ele pode se tornar qualquer personagem, sem, no entanto, ser nenhum deles de fato.

Para entender a timidez, precisamos entender como se sente alguém tímido, que fatores externos e depois internos, o levaram a interpretar, na vida real, esse papel ingrato. Mais importante, no entanto, é compreendermos porque existe este tipo de comportamento, esse modelo de personalidade, que faz parte de um indivíduo, que às vezes o domina, que o controla e dirige a sua vida, aparentemente, à revelia da sua vontade.

Sabemos como nasce alguém tímido. Eles são criados a partir das comparações com outrem. Afinal de contas, um tímido é alguém que sempre está em desvantagem, seja em relação a um, seja em relação a muitos. Ele se compara, não porque o deseje, mas porque já foi comparado antes, e logo se sente inferior, é um sentimento de inferioridade, de incapacidade. Logo sua auto-estima é baixa.

Criamos o tímido quando louvamos qualidades nos filhos alheios, ou dos seus colegas, ou dos seus irmãos, deixando claro que estas, a nossa criança, aquela que é comparada, não possui. Um padrão de beleza que todos desejam ter, que passa a valer como ingresso de aceitação social, como um salvo conduto para merecer a atenção de um grupo, como um ingresso para fazer parte desse grupo, cria ou acentua a sensação de insegurança, própria do tímido.

Por isso trabalho em grupo é tão importante, sendo essencial, no entanto, que educadores e pais, criem na turma a ideia de igualdade. Isso se consegue na delegação adequada das tarefas, onde, ninguém deverá receber méritos diferenciados, ou ser elogiado por alguma particularidade. Deve-se elogiar sim, não um autor, mas a qualidade do trabalho, destacando-se as qualidades de cada um, sem classificar como menos ou mais, mas como igualmente importantes quando postas em conjunto, como resultado final.

AO EDUCADOR RESTA O RESPEITO ÀCRIANÇA, SÓ ASSIM PODERÁ AJUDAR.

ompreender a timidez, isto é, seu plano de atuação na formação da psique da criança ou jovem, liberta o adulto inseguro, frustrado, violento e insatisfeito que seria seu futuro. Não podemos menosprezar a sensação de insegurança, que é quase uma regra entre os mais novos, assim como não podemos menosprezar, o medo que tenham, por exemplo, de falar em público. Isso apenas aumenta sua frustração e sensação de pequenez, que por si mesmo já é grande, não precisando, portanto, de alguém para lhes lembrar daquilo que já sabem ser.

Restaurar a segurança, ou confiança perdida, de uma criança ou jovem, primeiro começa pela compreensão, da parte do educador, de que aquele sentimento merece atenção e consideração. E apenas assim, ao ganhar o respeito do educador que se mostra solidário consigo, ela se mostrará disposta a ouvir seus conselhos.

Compreender então as diferenças, respeitá-las assim como o são, deve ser o primeiro passo do educador que deseja ajudar. Mas só poderá ajudar se o outro o permitir, e este só lhe dará acesso, se confiar em suas intenções. Isso se comprova pelo comportamento, palavras e ações, e nunca com discursos, por mais floridos que possam parecer. O tímido é mais observador que os demais, está sempre atento, até como meio de se proteger dos ataques que sempre acham virão de fora.

E finalmente, não se cura a timidez com as comparações, isso apenas tende a agravar o quadro. Comparar um tímido a alguém de comportamento não retraído, é o mesmo que fazê-lo sentir-se culpado pelo fato de ser inseguro, quando na verdade ele o aprendeu a ser. Aprendeu de forma involuntária, à revelia de sua vontade, do seu consentimento, sem direito à escolha. Lembre-se sempre de que, nós também aprendemos todos os nossos desejos e manias, medos e vaidades, sejam desagradáveis ou não, sem o nosso consentimento, se depois os rejeitamos ou aprovamos, isso é outra história.


Autores:
Jon Talber - jontalber@gmail.com
Ester de Cartago - estercartago@yahoo.com.br
Um pensamento:
"Um amigo fiel é um amigo firme, e quem o acha, encontra a riqueza. Mas há também o companheiro de mesa, mas que não se encontra na hora da desgraça; na prosperidade está contigo, na penúria fugirá de ti. "
Bíblia

Uma frase:
"Qualquer tarefa se torna mais fácil quando desempenhada com gosto."
Ovídio

Uma frase de amor:
"Amor não se descreve, se expressa..."
Thyago Esnervelin


FRASE DO DIA
"Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre."
Paulo Coelho
Categoria: Citações

MENSAGEM DO DIA 02 DE JULHO DE 2009


No meio do barulho e da agitação,
caminhe tranqüilo, pensando na paz
que você pode encontrar no silêncio.

Procure viver em harmonia com as pessoas
que estão ao seu redor, sem abrir mão de sua dignidade.
Fale a sua verdade, clara e mansamente. Escute a verdade dos outros,
pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas:
elas afligem o nosso espírito.

Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você: isso o tornaria superficial a amargo. Viva intensamente os seus ideais e o que você já consegiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho, por mais humilde que seja: ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos.

Seja prudente em tudo o que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas. Mas não fique cego para o bem que sempre existe.
Há muita gente lutando por nobres causas.
Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.

Seja você mesmo.
Sobretudo não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira,
pois no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva. Aceite com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo
com os impulsos inovadores da juventude.

Cultive a força do espírito e você estará preparado para enfrentar as surpresas da sorte adversa.
Não se desespere com perigos imaginários:
muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.

Ao lado de uma sadia disciplina, conserve, para consigo mesmo, uma imensa bondade.
Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui.
E mesmo se você não pode perceber, a terra e o universo vão cumprindo o seu destino.

Procure, pois, estar em paz com Deus, seja qual for o nome que você lhe der.
No meio de seus trabalhos e aspirações, na fatigante jornada pela vida, conserve, no mais profundo do ser, a harmonia e a paz.

Acima de toda mesquinhez, falsidade e desengano, o mundo ainda é bonito.
Caminhe com cuidado faça tudo para ser feliz e partilhe com os outros a sua felicidade.


Texto encontrado em Baltimore,
na antiga Igreja Saint-Paul, em 1962

O SANTO DO DIA 02 DE JULHO DE 2009


2 de julho

São Bernardino Realino

Bernardino nasceu no dia 1o de dezembro de 1530, na rica e nobre família dos Realino, na ilha de Capri, em Nápoles. O jovem Bernardino aprofundou-se nas ciências humanísticas, estudando na academia de Modena e depois na Universidade de Bolonha, formando-se em filosofia, medicina, direito civil e eclesiástico.

Com vinte e cinco anos de idade, enveredou por uma carreira administrativa sob a proteção do governador de Milão, um cardeal amigo pessoal de seu pai. Bernardino ocupou cargos importantes, social e politicamente. Foi prefeito de Felizzano de Monferrato, advogado fiscal em Alexandria, depois prefeito de Cassine, prefeito de Castel Leone e, finalmente, auditor e lugar-tenente de Nápoles.

Todavia abandonou tudo, pois, quando doente, recebeu a aparição de Nossa Senhora carregando o Menino Jesus nos braços. Era o ano de 1564. Desde então, com a ajuda de um padre jesuíta que se tornou seu orientador espiritual, Bernardino assumiu definitivamente a vida religiosa. Aos trinta e cinco anos de idade, ele foi ordenado padre jesuíta. Além de continuar o trabalho social em favor dos pobres, que sempre realizara, tornou-se um perfeito pastor de almas: evangelizador e confessor.

Possuindo o dom da cura e do conselho, era procurado por bispos e príncipes que desejavam sua iluminada orientação. O próprio papa Paulo V, assim como diversos soberanos, lhe escrevia, pedindo orações.

Em 1574, foi enviado a Lecce para fundar um colégio jesuíta, onde exerceu o apostolado durante quarenta e dois anos. A sua atuação na comunidade foi tão vital para todos, que, quando estava no seu leito de morte, ele se viu cercado pelo Conselho Municipal, que pedia sua proteção eterna para a cidade.

Equivale a dizer que estavam lhe pedindo ainda em vida que aceitasse ser o padroeiro daquela diocese, tal a sólida fama de sua santidade. Talvez um fato único já registrado pelos católicos. Isso porque santo protetor toda cidade escolhe um. Eleger um santo patrono antes mesmo de este ser canonizado também não é uma situação nova na história das comunidades cristãs. Mas pedir permissão pessoalmente a um homem para que aceite de viva voz ser o padroeiro de uma cidade, realmente, é um raro acontecimento na Igreja.

Ele morreu aos oitenta e seis anos de idade, no dia 2 de julho de 1616, em Lecce. Cultuado em vida como santo, foi beatificado, em 1895, pelo papa Leão XIII e canonizado pelo papa Pio XII em 1947. São Bernardino Realino é o padroeiro das cidades de Lecce e Capri.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Evangelho do dia, 1 de Julho de 2009

Evangelho (Mateus 8,28-34)
13ª Semana Comum




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 28quando Jesus chegou à outra margem do lago, na região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois homens possuídos pelo demônio, saindo dos túmulos. Eram tão violentos, que ninguém podia passar por aquele caminho. 29Eles então gritaram: “Que tens a ver conosco, Filho de Deus? Tu vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?”
30Ora, a certa distância deles, estava pastando uma grande manada de porcos. 31Os demônios suplicavam-lhe: “Se nos expulsas, manda-nos para a manada de porcos”.
32Jesus disse: “Ide”. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E logo toda a manada atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas. 33Os homens que guardavam os porcos fugiram e, indo até a cidade, contaram tudo, inclusive o caso dos possuídos pelo demônio. 34Então a cidade toda saiu ao encontro de Jesus. Quando o viram, pediram-lhe que se retirasse da região deles.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

A Parábola da Macieira


Certa feita, havia um homem e uma mulher.
Além de dar um ao outro, Deus ofertou-lhes também um presente, ao qual ele chamou de um modo especial de amar.

No início, eles acharam-no inacreditavelmente belo.
Procuravam agradar-se mutuamente, e viam apenas o que existia de bom, o melhor, na outra pessoa.

Então, gradualmente, foram tomando consciência de que as coisas haviam mudado. Começaram a descobrir defeitos mútuos, a princípio de vez em quando, e depois constantemente. Cansavam-lhes as responsabilidades de manter um lar e uma família, e temiam haver perdido o amor que tinham. Mas lutaram e, progressivamente, foram descobrindo uma segurança e uma satisfação, um no outro, mais profundas do que o amor que tinham nos primeiros dias. Construíram um apoio mútuo, enquanto partilhavam os altos e baixos da vida, e seus filhos e os que freqüentavam a sua casa ficaram felizes com a proteção desse amor.

E assim passaram-se os anos. Um a um, os filhos foram deixando a casa e o homem e a mulher envelheceram, sentindo-se, de quando em quando, melancólicos. Haviam partilhado uma existência de alegrias e tristezas, mas, às vezes, sentiam-se muito sozinhos.

Nós fomos o que quisestes que fôssemos? Fizemos o que desejastes que fizéssemos com esse modo especial de amar? Perguntaram eles, um dia, ao seu Criador.

Ele aproximou-se, colocou-se ao lado deles e falou com suavidade: Ouçam a parábola da macieira. O vosso amor, no início, era como o florir de uma macieira. Era muito belo, mas não podia durar. Muitas pessoas pensam que isso é o amor e, quando as flores caem, não buscam um amor mais profundo; são como borboletas, de flor em flor, nunca satisfeitas. Vocês passaram por isso, a fim de encontrar sombra e abrigo durante o longo verão. Então o seu amor construiu um lugar seguro para os seus filhos viverem e proporcionaram alegria aos que frequentavam a sua casa. Essa parte do amor é uma tarefa muito árdua, e é bom parar e lembrar que o fruto está crescendo continuamente, escondido entre as folhas, embora, na ocasião, não estejam conscientes disso.

Quando os filhos saíram de casa e a vida tornou-se menos exigente, de início vocês sentiram-se solidários e quase perdidos. Mas tinham cuidado do seu amor durante os longos anos de tribulação e, juntos, descobriram uma nova e mais profunda amizade. Não ficaram se encarando como dois estranhos quando os filhos se foram, como muitos fazem. Foram capazes de oferecer um ao outro ternura e uma profunda compreensão, que de longe, superava a beleza do seu amor inicial, da mesma maneira que o fruto da macieria supera a flor.

Seus filhos e aqueles que freqüentavam a sua casa são as preciosas sementes de amor. Apenas quando o fruto deixa a árvore é que as sementes em seu interior ficam livres para desenvolver o seu potencial. Da mesma forma que, a menos que caiam dos galhos, as sementes das maçãs não poderão jamais germinar e transformar-se em novas árvores, só quando permitiram que seus filhos partissem vocês puderam amar-se plenamente, e seu amor por eles foi aperfeiçoado.
Eu os admiro ainda mais, pois revelaram ao mundo como eu desejei que fosse esse modo especial de amar. Perseveraram desde o deslumbramento inicial até a plenitude da felicidade, e de vocês as sementes do amor caíram para se produzirem.

Poucos perseveram até esse estágio, no qual o amor pode atingir a maturidade. As flores da macieira não duram para sempre, tampouco as folhas. Só o fruto dá as sementes que podem ser herdadas por outros. Apenas os que não desistem atingem a alegria da colheita. Assim o seu amor é transmitido de geração a geração, como um raio de luz que se estende até a eternidade.

E o homem e a mulher ficaram felizes, e seguraram as mãos estendidas do seu Criador. E viram então que não somente as mãos dele, mas também as suas estavam cicatrizadas pelo amor, e, enquanto olhavam um para o outro, felizes e surpresos, a luz divina os banhou com um halo de glória.

E o nome desse modo especial de amar que Deus ofereceu ao homem e à mulher era: casamento.


Mary Hathaway
Do livro: Celebrando o casamento - Paulinas



1 de julho

São Galo



Filho de pais nobres e ricos, descendente de família tradicional da corte da França, Galo nasceu no ano 489, na cidade de Clermont, na diocese de Auvergne. Foi tio e professor de outro santo da Igreja, o bispo Gregório de Tours.

Na sua época era costume os pais combinarem os matrimônios dos filhos. Por isso ele estava predestinado a casar-se com uma jovem donzela de nobre estirpe.

Mas Galo, desde criança, já havia dedicado sua alma à vida espiritual. Para não ter de obedecer à tradição social, ele fugiu de casa, refugiando-se no convento de Cournou, daquela mesma diocese.

Após intensas negociações, seu pai acabou permitindo que ele ingressasse na comunidade monástica. Foi assim que Galo iniciou uma carreira totalmente voltada para a fé e aos atos litúrgicos. Ele era tão dedicado às cerimônias da santa missa que se especializou nos cânticos. Contam os escritos que, além do talento para a música, era também dotado de uma voz maravilhosa, que encantava e atraía fiéis para ouvi-lo cantar no coro do convento.

Mas suas virtudes cristãs não se limitavam às liturgias. Sua atuação religiosa logo lhe angariou prestígio e, em pouco tempo, foi designado para atuar na corte de Teodorico, rei da Austrásia, atualmente Bélgica. Em 527, quando morreu o bispo Quinciano, Galo era tão querido e respeitado que o povo o elegeu para ocupar o posto.

Se não bastasse sua humildade, piedade e caridade, para atender às necessidades do seu rebanho Galo protagonizou vários prodígios ainda em vida. Um dos mais citados foi ter salvado a cidade de um pavoroso incêndio que ameaçava transformar em cinzas todas as construções locais. As orações de Galo teriam aplacado as chamas, que se apagavam na medida em que ele rezava. Outro muito conhecido foi o que livrou os habitantes de morrerem vítimas de uma peste que assolava a região. Diante da bênção de Galo, o fiel ficava curado da doença.

Ele morreu em 1o de julho de 554, causando forte comoção na população, que logo começou a invocá-lo como santo nas horas de dor e necessidade, antes mesmo de sua canonização ter sido decretada. Com o passar dos séculos, são Galo, foi incluído no livro dos santos da Igreja de Roma, cuja festa litúrgica foi mantida no dia da sua morte, como quer a tradição cristã.

SEMANA DA FAMÍLIA

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