OSEMEADOR2004


"Ensinai-me a fazer a vossa vontade, pois sois o meu Deus. Que vosso Espírito de Bondade me conduza pelo caminho reto." (Salmo 142,10) !!!

A Parábola do Semeador



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ORAÇÃO DE FÉ

ORAÇÃO DE FÉ
ACORDAR COM FÉ

Irmãos e Irmãs vamos acordar missiónarios todos os dias de nossa vida.

ORAÇÃO DE FÉ:

Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.


INVOQUEMOS O ESPÍRITO SANTO PARA FAZERMOS A LEITURA DO EVANGELHO:

Oração do Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.

Oremos

Ó Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O SANTO DO DIA


13 de abrilSão Martinho I


O papa Martinho I sabia que as conseqüências das atitudes que tomou contra o imperador Constante II, no século VII, não seriam nada boas. Nessa época, os detentores do poder achavam que podiam interferir na Igreja, como se sua doutrina devesse submissão ao Estado. Martinho defendeu os dogmas cristãos, por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas. Martinho nasceu em Todi, na Toscana, e era padre em Roma quando morreu o papa Teodoro, em 649. Eleito para sucedê-lo, Martinho I passou a dirigir a Igreja com a mão forte da disciplina que o período exigia. Para deixar isso bem claro ao chefe do poder secular de então, assumiu mesmo antes de ter sua eleição referendada pelo imperador. Um ano antes, Constante II tinha publicado o documento "Tipo", que apoiava as teses hereges do cisma dos monotelistas, os quais negavam a condição humana de Cristo, o que se opõe às principais raízes do cristianismo. Para reafirmar essa posição, o papa convocou, ainda, um grande Concílio, um dos maiores da história da Igreja, na basílica de São João de Latrão, para o qual foram convidados todos os bispos do Ocidente. Ali foram condenadas, definitivamente, todas as teses monotelistas, o que provocou a ira mortal do imperador Constante II. Ele ordenou a seu representante em Ravena, Olímpio, que prendesse o papa Marinho I. Querendo agradar ao poderoso imperador, Olímpio resolveu ir além das ordens: planejou matar Martinho. Armou um plano com seu escudeiro, que entrou no local de uma missa em que o próprio papa daria a santa comunhão aos fiéis. Na hora de receber a hóstia, o assassino sacou de seu punhal, mas ficou cego no mesmo instante e fugiu apavorado. Impressionado, Olímpio aliou-se a Martinho e projetou uma luta armada contra Constantinopla. Mas o papa perdeu sua defesa militar porque Olímpio morreu em seguida, vitimado pela peste que se alastrava naquela época. Com o caminho livre, o imperador Constante II ordenou a prisão do papa Martinho I pedindo a sua transferência para que o julgamento se desse em Bósforo, estreito que separa a Europa da Ásia, próximo a Istambul, na Turquia. A viagem tornou-se um verdadeiro suplício, que durou quinze meses e acabou com a saúde do papa. Mesmo assim, ao chegar à cidade, ficou exposto, desnudo, sobre um leito no meio da rua, para ser execrado pela população. Depois, foi mantido incomunicável num fétido e podre calabouço, sem as mínimas condições de higiene e alimentação. Ao fim do julgamento, o papa Martinho I foi condenado ao exílio na Criméia, sul da Rússia, e levado para lá em março de 655, em outra angustiante e sofrida viagem que durou dois meses. Ele acabou morrendo de fome quatro meses depois, em 16 de setembro daquele ano. Foi o último papa a ser martirizado e sua comemoração foi determinada pelo novo calendário litúrgico da Igreja para o dia 13 de abril.

domingo, 12 de abril de 2009

CRISTO RESSUSCITOU


Domingo de Páscoa


Durante todo o dia são celebradas missas que proclamam a vitória de Cristo sobre a morte. As famílias se reúnem para festejar o renascimento do filho amado de Deus, trocar presentes e comer tudo aquilo que não puderam comer nos dias anteriores, acaba-se o tempo de silêncio e o jejum de carne vermelha.
Páscoa
A origem da comemoração da Páscoa veio a partir da última ceia de Jesus com os seus apóstolos. Esta celebração começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no domingo de Páscoa, é a chamada Semana Santa. Esta data foi fixada durante o Concílio de Nicea, em 325 d.C, como sendo “o primeiro domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio na primavera boreal, adotado como sendo 21 de março”.
A Páscoa é a principal festa dos judeus, a celebração do êxodo e a libertação do povo de Israel da escravidão do Egito. A Páscoa é chamada também de “Festa do Pão Azimo”, que quer dizer “sem fermento”. Para os cristãos, a Páscoa é a festa mais importante do ano, ocasião na qual se celebra a ressurreição de Jesus Cristo, crucificado para libertar os homens do pecado original. Durante a Semana Santa acontecem procissões e novenas que representam os momentos mais dolorosos da vida de Cristo. Os rituais representam o processo, a crucificação, a morte e a Ressurreição de Cristo.



O túmulo vazio

Jo 20,1-9


Domingo bem cedo, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi até o túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada. Então foi correndo até o lugar onde estavam Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse: - Tiraram o Senhor Jesus do túmulo, e não sabemos onde o puseram! Então Pedro e o outro discípulo foram até o túmulo. Os dois saíram correndo juntos, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro. Ele se abaixou para olhar lá dentro e viu os lençóis de linho; porém não entrou no túmulo. Mas Pedro, que chegou logo depois, entrou. Ele também viu os lençóis colocados ali e a faixa que tinham posto em volta da cabeça de Jesus. A faixa não estava junto com os lençóis, mas estava enrolada ali ao lado. Aí o outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e creu. (Eles ainda não tinham entendido as Escrituras Sagradas, que dizem que era preciso que Jesus ressuscitasse.)




PALAVRA DA SALVAÇÃO




Contemplação(Vida/ Missão) - Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Vou cultivar um olhar que descobre na comunidade a Vida, os sinais de Vida.

sábado, 11 de abril de 2009


A ressurreição de Jesus

Mc 16,1-7


Depois que terminou o sábado, Maria Madalena, Salomé e Maria, a mãe de Tiago, compraram perfumes para perfumar o corpo de Jesus. No domingo, bem cedo, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo. No caminho perguntavam umas às outras: - Quem vai tirar para nós a pedra que fecha a entrada do túmulo? Elas diziam isso porque a pedra era muito grande. Mas, quando olharam, viram que ela já havia sido tirada. Então elas entraram no túmulo e viram um moço vestido de branco sentado no lado direito. Elas ficaram muito assustadas, mas ele disse: - Não se assustem! Sei que vocês estão procurando Jesus de Nazaré, que foi crucificado; mas ele não está aqui, pois já foi ressuscitado. Vejam o lugar onde ele foi posto. Agora vão e dêem este recado a Pedro e aos outros discípulos: "Ele vai adiante de vocês para a Galiléia. Lá vocês vão vê-lo, como ele mesmo disse."

sexta-feira, 10 de abril de 2009


Ano B - Dia: 10/04/2009

Jesus é preso, condenado, crucificado

Jo 18,1-19,42


Depois de fazer essa oração, Jesus saiu com os discípulos e foi para o outro lado do riacho de Cedrom. Havia ali um jardim, onde Jesus entrou com eles. Judas, o traidor, conhecia aquele lugar porque Jesus tinha se reunido muitas vezes ali com os discípulos. Então Judas foi ao jardim com um grupo de soldados e alguns guardas do Templo mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos fariseus. Eles estavam armados e levavam lanternas e tochas. Jesus sabia de tudo o que lhe ia acontecer. Por isso caminhou na direção deles e perguntou: - Quem é que vocês estão procurando? - Jesus de Nazaré! - responderam. - Sou eu! - disse Jesus. Judas, o traidor, estava com eles. Quando Jesus disse: "Sou eu", eles recuaram e caíram no chão. Jesus perguntou outra vez: - Quem é que vocês estão procurando? - Jesus de Nazaré! - tornaram a responder. Jesus disse: - Já afirmei que sou eu. Se é a mim que vocês procuram, então deixem que estes outros vão embora! Jesus disse isso para que se cumprisse o que ele tinha dito antes: "Pai, de todos aqueles que me deste, nenhum se perdeu." Aí Simão Pedro tirou a espada, atacou um empregado do Grande Sacerdote e cortou a orelha direita dele. O nome do empregado era Malco. Mas Jesus disse a Pedro: - Guarde a sua espada! Por acaso você pensa que eu não vou beber o cálice de sofrimento que o Pai me deu? Jesus diante de Anás Em seguida os soldados, o comandante e os guardas do Templo prenderam Jesus e o amarraram. Então o levaram primeiro até a casa de Anás. Anás era o sogro de Caifás, que naquele ano era o Grande Sacerdote. Caifás era quem tinha dito aos líderes judeus que era melhor para eles que morresse apenas um homem pelo povo. Pedro nega Jesus Simão Pedro foi seguindo Jesus, junto com outro discípulo. Esse discípulo era conhecido do Grande Sacerdote e por isso conseguiu entrar no pátio da casa dele junto com Jesus. Mas Pedro ficou do lado de fora, perto da porta. O outro discípulo, que era conhecido do Grande Sacerdote, saiu e falou com a empregada que tomava conta da porta. Então ela deixou Pedro entrar e lhe perguntou: - Você não é um dos seguidores daquele homem? - Eu, não! - respondeu ele. Por causa do frio, os empregados e os guardas tinham feito uma fogueira e estavam se aquecendo de pé, em volta dela. Pedro estava de pé, no meio deles, aquecendo-se também. Jesus diante do Grande Sacerdote O Grande Sacerdote fez algumas perguntas a Jesus a respeito dos seus seguidores e dos seus ensinamentos. E Jesus respondeu: - Eu sempre falei a todos publicamente. Ensinava nas sinagogas e no pátio do Templo, onde o povo se reúne, e nunca disse nada em segredo. Então, por que o senhor está me fazendo essas perguntas? Pergunte aos que me ouviram, pois eles sabem muito bem o que eu disse a eles. Quando Jesus disse isso, um dos guardas do Templo que estavam ali deu-lhe uma bofetada e disse: - Isso é maneira de falar com o Grande Sacerdote? - Se eu disse alguma mentira, prove que menti! - respondeu Jesus. - Mas, se eu falei a verdade, por que é que você está me batendo? Depois Anás mandou Jesus, ainda amarrado, para Caifás, o Grande Sacerdote. Pedro nega Jesus outra vez Pedro ainda estava lá, de pé, aquecendo-se perto do fogo. Então lhe perguntaram: - Você não é um dos seguidores daquele homem? - Não, eu não sou! - respondeu ele. Um dos empregados do Grande Sacerdote, parente do homem de quem Pedro tinha cortado a orelha, perguntou: - Será que eu não vi você com ele no jardim? E outra vez Pedro disse que não. E no mesmo instante o galo cantou. Jesus diante de Pilatos Depois levaram Jesus da casa de Caifás para o palácio do Governador romano. Já era de manhã cedo. Os líderes judeus não entraram no palácio porque queriam continuar puros, conforme a religião deles; pois só assim poderiam comer o jantar da Páscoa. Então o governador Pilatos saiu, foi encontrar-se com eles e perguntou: - Que acusação vocês têm contra este homem? Eles responderam: - O senhor acha que nós lhe entregaríamos este homem se ele não tivesse cometido algum crime? Pilatos disse: - Levem este homem e o julguem vocês mesmos, de acordo com a lei de vocês. Então eles responderam: - Nós não temos o direito de matar ninguém. Isso aconteceu assim para que se cumprisse o que Jesus tinha dito quando falou a respeito de como ia morrer. Pilatos tornou a entrar no palácio, chamou Jesus e perguntou: - Você é o rei dos judeus? Jesus respondeu: - Esta pergunta é do senhor mesmo ou foram outras pessoas que lhe disseram isso a meu respeito? - Por acaso eu sou judeu? - disse Pilatos. - A sua própria gente e os chefes dos sacerdotes é que o entregaram a mim. O que foi que você fez? Jesus respondeu: - O meu Reino não é deste mundo! Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus seguidores lutariam para não deixar que eu fosse entregue aos líderes judeus. Mas o fato é que o meu Reino não é deste mundo! - Então você é rei? - perguntou Pilatos. - É o senhor que está dizendo que eu sou rei! - respondeu Jesus. - Foi para falar da verdade que eu nasci e vim ao mundo. Quem está do lado da verdade ouve a minha voz. - O que é a verdade? - perguntou Pilatos. Jesus é condenado à morte Depois de dizer isso, Pilatos saiu outra vez para falar com a multidão e disse: - Não vejo nenhum motivo para condenar este homem. Mas, de acordo com o costume de vocês, eu sempre solto um prisioneiro na ocasião da Páscoa. Vocês querem que eu solte para vocês o rei dos judeus? Todos começaram a gritar: - Não, ele não! Nós queremos que solte Barrabás! Acontece que esse Barrabás era um criminoso. Continue a leitura na sua Bíblia, até Jo 19,1-42.

quinta-feira, 9 de abril de 2009


MARIO QUINTANA

ESPERANÇA

Lá bem no alto do décimo segundo andar do AnoVive uma louca chamada EsperançaE ela pensa que quando todas as sirenasTodas as buzinasTodos os reco-recos tocaremAtira-seE— ó delicioso vôo!Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,Outra vez criança...E em torno dela indagará o povo:— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?E ela lhes dirá(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

EXEMPLO DE VIDA



Teresa de Calcutá


Mensagem recebida em 11 de fevereiro de 2008.



Eu, uma pequena freira, sinto-me muito honrada em poder participar desse movimento, juntamente, com Mestre dotado de tanta sabedoria. A humanidade pouco conhece da vida do Senhor Gandhi, tudo aquilo que ele foi e os exemplos que demonstrou aquele que foi o Grande Libertador do povo Indiano, aquele que pregava a paz, a concórdia e o amor.

Quando eu estava no Convento Católico, em um país Budista e Muçulmano, dois grandes exemplos da Igreja guiaram-me: Virgem Maria, com seu coração imenso, sempre preocupada com o destino da humanidade e Teresa de Ávila que, enclausurada, viveu dedicada ao estudo dos mistérios da Igreja, principalmente, os do plano espiritual. Hoje, a Igreja está mais voltada ao o estudo dos mistérios, não só os mistérios do próprio cristianismo, como também os mistérios da vida e da morte. São Tomás de Aquino, grande filósofo, também muito influenciou em minha formação apostólica.

Fui uma simples freira que sempre honrou sua Igreja, obedecendo aos seus dogmas e a sua doutrina, mas que teve a liberdade de dedicar-se, inteiramente, à caridade e ao maior de todos os sentimentos, aquele que une almas, que é o amor.

Caridade é ajuda nos momentos de dificuldade, é ajuda para aqueles que nada têm, para os doentes, para os famintos e para aqueles que buscam alimento espiritual.

Minha vida terrena foi muito curta, meu pequeno corpo não resistiu ao vigor de minha mente. Não pensava em mim, somente nos pobres, nos doentes e naqueles que tinham fome. Meu corpo não resistiu, mas a caridade alimentou minha alma. O corpo, de qualquer idade, chega ao momento em que não mais serve ao espírito. Pensava em aproveitar a chance que me foi dada, pelo Criador, para proporcionar ao meu próximo tudo aquilo que ele desejava e precisava. Sempre tive muita ajuda, não só da Igreja Católica, mas das autoridades e do povo Indiano, povo especial dotado de muita sabedoria. Sinto-me feliz por ter conseguido ajudar e digo-vos: ajudem e se sentirão cada vez mais felizes.

Não me sinto com mérito para tornar-me Santa. Meu pequeno espírito precisa, ainda, se esforçar muito para atingir o grau de evolução daqueles a quem chamamos Santo.

Libertem-se dos sentimentos pequenos e deixem a grandeza do amor e da caridade penetrarem e se fixarem em vossos corações. Ajudem os animais, as plantas, a qualquer Ser da Natureza, pois somos filhos do mesmo Criador. Ajudem a quem precisa, seja com bem material ou com uma palavra, ajude-os e estarão sendo ajudados, mesmo com sacrifício. Eu sabia que estava me sacrificando até para ajudar, mas, eu vos digo: valeu a pena o sacrifício. Dediquei minha vida inteira à Igreja e dedicarei toda a minha existência a ajudar aquele que precisa.

Sabedoria não é conquistar poder, não é se distinguir pela cultura, disso todos somos capazes. Sabedoria é entender a linguagem do coração e fazer do amor e, principalmente, da caridade, um dos pilares de sua existência. Permitam também aos outros praticarem esse gesto de amor: se precisarem de ajuda, sejam humildes em receber de outro a ajuda que tanto lhes poderá ser útil e que tanta satisfação dará a quem a pratica.

Vivam em harmonia com a Natureza. Pratiquem a caridade e a tolerância. Vigiem seus pensamentos, suas atitudes e suas palavras e estarão colaborando para um mundo mais feliz.

Sinto-me feliz e emocionada em poder participar desse movimento, e, mesmo há pouco tempo desencarnada, já aprendi muito . O Universo é todo mistério e aprendizagem.

Que a Virgem Maria sempre os protejam. Amém.



9 de abril
Santa Maria de Cléofas

Maria de Cléofas, também chamada "de Cléopas", ou ainda "Clopas". É destas três formas que consta dos evangelhos o nome de seu marido, Cléofas Alfeu, irmão do carpinteiro José. Maria de Cléofas era, portanto, cunhada da Virgem Maria e mãe de três apóstolos: Judas Tadeu, Tiago Menor e Simão, também chamados de "irmãos do Senhor", expressão semítica que indica também os primos, segundo o historiador palestino Hegésipo. Por sua santidade, ela uniu-se à Mãe de Deus também na dor do Calvário, merecendo ser uma das testemunhas da ressurreição de Jesus (Mc 16,1): "E passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo". O mensageiro divino anunciou às piedosas mulheres: "Por que procuram o vivo entre os mortos?" Esse é um fato incontestável: nas Sagradas Escrituras vemos Maria de Cléofas acompanhando Jesus em toda a sua sofrida e milagrosa caminhada de pregação. Estava com Nossa Senhora aos pés da cruz e junto ao grupo das "piedosas mulheres" que acompanharam seus últimos suspiros. Estava, também, com as poucas mulheres que visitaram o túmulo de Cristo para aplicar-lhe perfumes e ungüentos, constatando o desaparecimento do corpo e presenciando, ainda, o anjo anunciar a ressurreição do Senhor. Assim, Maria de Cléofas tornou-se uma das porta-vozes do cumprimento da profecia. Tem, portanto, o carinho e um lugar singular e especial no coração dos católicos, neste dia que a Igreja lhe reserva para a veneração litúrgica.

Por que só pensar? Por que não experimentar?


Procure maneiras de fazer novas idéias funcionarem, e não motivos para elas darem errado.


Vá o mais longe que você puder ver. Quando você chegar lá, vai poder ver mais longe ainda.
Um pensamento:
"O pensamento só começa com a dúvida."R. M. Du Gard
Uma frase: "A imaginação é mais importante que o conhecimento. "Albert Einstein
Uma frase de amor: "O dia mais importante não é o dia em que conhecemos uma pessoa e sim quando ela passa a existir dentro de nós."

FRASE DO DIA
"Ser avô significa chegar até a terceira edição revista e corrigida."Anselmo Bucci

Ano B - Dia: 09/04/2009

Jesus lava os pés dos discípulos

Jo 13,1-15


Faltava somente um dia para a Festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a hora de deixar este mundo e ir para o Pai. Ele sempre havia amado os seus que estavam neste mundo e os amou até o fim. Jesus e os seus discípulos estavam jantando. O Diabo já havia posto na cabeça de Judas, filho de Simão Iscariotes, a idéia de trair Jesus. Jesus sabia que o Pai lhe tinha dado todo o poder. E sabia também que tinha vindo de Deus e ia para Deus. Então se levantou, tirou a sua capa, pegou uma toalha e amarrou na cintura. Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. Quando chegou perto de Simão Pedro, este lhe perguntou: - Vai lavar os meus pés, Senhor? Jesus respondeu: - Agora você não entende o que estou fazendo, porém mais tarde vai entender! - O senhor nunca lavará os meus pés! - disse Pedro. - Se eu não lavar, você não será mais meu discípulo! - respondeu Jesus. - Então, Senhor, não lave somente os meus pés; lave também as minhas mãos e a minha cabeça! - pediu Simão Pedro. Aí Jesus disse: - Quem já tomou banho está completamente limpo e precisa lavar somente os pés. Vocês todos estão limpos, isto é, todos menos um. Jesus sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: "Todos menos um." Depois de lavar os pés dos seus discípulos, Jesus vestiu de novo a capa, sentou-se outra vez à mesa e perguntou: - Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam de "Mestre" e de "Senhor" e têm razão, pois eu sou mesmo. Se eu, o Senhor e o Mestre, lavei os pés de vocês, então vocês devem lavar os pés uns dos outros. Pois eu dei o exemplo para que vocês façam o que eu fiz
PALAVRA DA SALVAÇÃO

Contemplação (Vida e Missão): Qual meu novo olhar a partir da Palavra? "Somos chamados a encarnar o Evangelho no coração do mundo". Como vou vivê-lo na missão? Meu novo olhar é do amor que serve. Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

quarta-feira, 8 de abril de 2009


Um pensamento: "Cultura é o que fica depois de se esquecer tudo o que foi aprendido."André Maurois


Uma frase: "É sinal certo de grande habilidade pôr a gente em seus talentos."William Shakespeare


Uma frase de amor: "Você só consegue amar alguém quando você se ama de verdade."Natália Andrade



FRASE DO DIA
"Nunca digas que esqueceste um amor diga apenas que consegue falar nele sem chorar, pois o amor é... inesquecível!"Categoria: Paqueras







8 de abril




Na cidade de Cuvilly, França, em 12 de julho de 1751, nasceu Maria Rosa Júlia Billiart, filha de Francisco e Maria Antonieta, pobres e muito religiosos, que a batizaram no mesmo dia. Júlia fez a primeira comunhão aos sete anos. Desde então, Jesus foi o único alimento para sua vida. Aprendeu apenas a ler e a escrever, porque ajudava a sustentar a família. Aos treze anos, Júlia sofreu sérios problemas e, subnutrida, ficou, lentamente, paraplégica, por vinte e dois anos. Durante esse tempo aprendeu os mistérios da vida mística, do calvário, da glória e da luz. Sempre engajada na catequese da paróquia, preocupava-se com a educação dos pobres. Cultivava amizades na família, com os religiosos, com as carmelitas, com as damas da nobreza que lhe conseguiam os donativos. Nesta época, decidiu ingressar na vida religiosa, com uma meta estabelecida: fundar uma congregação destinada a educar os pobres e a formar bons educadores. Mesmo não sendo letrada, possuía uma pedagogia nata, aprendida na escola dos vinte e dois anos de paralisia, nos contatos com as autoridades civis e eclesiásticas e com os terrores da destruição da Revolução Francesa e de Napoleão Bonaparte. Assim, ainda paralítica, em 1804 fundou a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora. Júlia foi incapaz de amarrar sua instituição aos limites das exigências das fundações de seu tempo. Sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus a curou. Depois de trinta anos, voltou a caminhar. A Mãe de Deus era sua grande referência e modelo, e a eucaristia era o centro de sua vida de fé inabalável. Mas viver com ela não era fácil. Era um desafio constante, devido à firmeza de metas foi considerada teimosa e temperamental. Principalmente por não aceitar que a congregação fosse só diocesana, ou seja, sem superiora geral. Custou muito para que tivesse Tal direito, mas, por fim, foi eleita superiora geral. Júlia abriu, em Amiens, a primeira escola gratuita e depois não parou mais. Viajava pela França e pela Bélgica fundando pensionatos e escolas, pois naqueles tempos de miséria a necessidade era muito grande. Não aceitava qualquer donativo que pudesse tirar a independência da congregação. Para ter recursos, criava pensionatos e, ao lado deles, a escola para pobres. Perseguida e injustiçada pelo bispo de Amiens, foi por ele afastada da congregação. Todas as irmãs decidiram seguir com ela para a cidade de Namur, na Bélgica, onde se fixaram definitivamente. Júlia, incansável, continuou criando pensionatos, fundando escolas, formando crianças e educadores, ficando conhecidas como as "Irmãs da Nossa Senhora de Namur". Ali a fundadora consolidou a diretriz pedagógica da congregação: a educação como o caminho da plenitude da vida. Morreu em paz no dia 8 de abril de 1816 na cidade de Namur. "Por meio do seu batismo, de sua consagração religiosa e por sua vida inteira de fé em Deus, que é bom, Júlia foi colocada na trilha da opção divina pelos pobres." Foram as palavras do papa Paulo VI para declarar santa, em 1969, Maria Rosa Júlia Billiart, que no dia 8 de abril deve receber as homenagens litúrgicas.

Ano B - Dia: 08/04/2009


Judas trai JesusMt 26,14-25


Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. E daí em diante Judas ficou procurando uma oportunidade para entregar Jesus. Jesus comemora a Páscoa No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram: - Onde é que o senhor quer que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Ele respondeu: - Vão até a cidade, procurem certo homem e digam: "O Mestre manda dizer: A minha hora chegou. Os meus discípulos e eu vamos comemorar a Páscoa na sua casa." Os discípulos fizeram como Jesus havia mandado e prepararam o jantar da Páscoa. Quando anoiteceu, Jesus e os doze discípulos sentaram para comer. Durante o jantar Jesus disse: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar: - O senhor não está achando que sou eu; está? Jesus respondeu: - Quem vai me trair é aquele que come no mesmo prato que eu. Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como dizem as Escrituras Sagradas; mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem! Seria melhor para ele nunca ter nascido! Então, Judas, o traidor, perguntou: - Mestre, o senhor não está achando que sou eu; está? Jesus respondeu: - Quem está dizendo isso é você mesmo.

Contemplação (Vida e Missão): Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Meu novo olhar é de amor para Jesus e de pedido de perdão por todas as traições que hoje ele sofre no mundo quando as pessoas se deixam vender. Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

SEMANA DA FAMÍLIA

SEMANA DA FAMÍLIA